Alexandre Pais

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Antena paranóica: retribuição perversa no “Peso Pesado”

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Expectativa justificada: “Peso Pesado” é um sucesso de audiências e coloca a SIC no topo do “ranking”, com as novelas da TVI. Mas a versão nacional fica distante do “The Biggest Loser”, desde o montante do prémio final à envergadura dos protagonistas, que no “Peso Pesado” são bem mais modestos na balança do que os norte-americanos. E duvido ainda que Júlia Pinheiro, uma mulher para toda a obra...

Antena paranóica: retribuição perversa no "Peso Pesado"

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Expectativa justificada: “Peso Pesado” é um sucesso de audiências e coloca a SIC no topo do “ranking”, com as novelas da TVI. Mas a versão nacional fica distante do “The Biggest Loser”, desde o montante do prémio final à envergadura dos protagonistas, que no “Peso Pesado” são bem mais modestos na balança do que os norte-americanos. E duvido ainda que Júlia Pinheiro, uma mulher para toda a obra...

Antena paranóica: rendição cor-de-rosa

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A TVI deu ontem “show” na transmissão do casamento do futuro rei de Inglaterra, batendo claramente a concorrência, que se limitou a um acompanhamento mais modesto e mais barato. A estação de Queluz não fez a coisa por menos e destacou cinco pesos-pesados para a reportagem de Londres: três jornalistas da informação dita “séria”, Judite Sousa, Júlio Magalhães e Cristina Reyna – sempre discreta e...

Antena paranóica: o “harakiri” de Manuel Maria Carrilho

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O congresso socialista, transmitido praticamente em direto no cabo, resultou numa acção de propaganda bem montada e, como tal, eficaz. Só António José Seguro criou alguma expectativa à chegada – pelo papel dissonante que pudesse interpretar – mas cedo se percebeu que ia para marcar território e não para criar problemas. Aliás, não tem feito outra coisa nas suas múltiplas intervenções, utilizando...

Antena paranóica: o "harakiri" de Manuel Maria Carrilho

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O congresso socialista, transmitido praticamente em direto no cabo, resultou numa acção de propaganda bem montada e, como tal, eficaz. Só António José Seguro criou alguma expectativa à chegada – pelo papel dissonante que pudesse interpretar – mas cedo se percebeu que ia para marcar território e não para criar problemas. Aliás, não tem feito outra coisa nas suas múltiplas intervenções, utilizando...

Antena paranóica: quatro mulheres de ferro

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  Temos por cá, na TV, oportunistas que vão uma semana para fora instalar-se nos “arredores da guerra” para depois editarem mais um livrinho à conta de quem lhes pagou o passeio, livro que será compulsivamente adquirido – lido já é outra conversa – pelos devoradores de tudo o que lhes impinjam os “famosos” do pequeno ecrã. Ainda há dias fiz, em casa, uma limpeza nas estantes e fiquei surpreendido...

Antena paranóica: Nico merecia mais

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O trágico apagão da extraordinária carreira de Carlos Cruz e a retirada definitiva (?) dos ecrãs de José Eduardo Moniz deixou a televisão, na área da informação, sem senadores – na linha das mulheres e homens de cabelos brancos que dão à TV norte-americana o toque da credibilidade sem a qual a comunicação não flui e a notícia não “cola”. Não é por acaso que profissionais como Judite de Sousa...

Antena paranóica: Artur venceu a inveja.

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Comecei a ouvir rádio por causa de Artur Agostinho e dos seus inesquecíveis relatos dos jogos de hóquei dos anos 50. E comecei a ver televisão por causa de Artur Agostinho e de um inolvidável concurso da RTP, o “Quem sabe, sabe”, de 1957, marca de uma época. Conheci-o anos depois, nas suas raras aparições na Emissora Nacional, pois ele já era diretor de “Record” e coordenava apenas a actividade...

Antena paranóica: Sócrates entre o chá e a simpatia

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A televisão tem sido bem utilizada por José Sócrates para combater, e procurar reduzir, o avanço das intenções de voto no PSD, expresso nas últimas sondagens. As transmissões directas das presenças do Executivo no Parlamento são sempre manifestações do poder de argumentação do primeiro-ministro, que ainda ontem se voltou a desenvencilhar com êxito – se tem ou não razão é outra história – das...

Antena paranóica: o "Tal & Qual" no currículo

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Passam hoje dez anos – uma vida – sobre a data em que Alberto do Rosário, então na liderança da Lusomundo, fez de mim o quinto dos oito directores que o “Tal & Qual” conheceu ao longo de uma presença de 27 anos nas bancas. Nascido no Verão de 1980, por iniciativa de Joaquim Letria e na sequência de um programa de grande êxito daquele comunicador, na RTP, o “Tal & Qual” desapareceu em...

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