Alexandre Pais

TagSeleção

Só falta à Seleção ter uma equipa

S

A propósito da fantástica campanha dos sub-21, escrevi aqui há uma semana que a seleção A dispõe do melhor plantel do Mundo. Haverá outros igualmente valiosos, mas superiores ao nosso, duvido. Não contando com os 25 jogadores inicialmente convocados por Fernando Santos para os três confrontos de março, nem com Trincão, Rafael Leão e Pedro Gonçalves ou outro craque do grupo liderado por Rui Jorge...

Voltaremos na Croácia

V

Estou admirado, devíamos ouvir o canto das hienas, mas não. De modo geral, a frente comentadora nacional dedicada ao futebol, seja por falta de coragem para se atirar a um selecionador vencedor, por se encontrar tolhida pelo pânico pandémico ou simplesmente por compreender que não se pode ganhar sempre, está a aceitar o afastamento da Liga das Nações com relativa tranquilidade. Seja pelo que for...

Uma grande exibição da Seleção

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Só alguém com os olhos raiados de sangue poderia considerar que a concludente vitória da Seleção sobre a congénere croata se teria ficado a dever à menor valia do adversário. O que aconteceu foi que a equipa de todos nós desenvolveu uma ação tão pressionante, em especial na primeira parte, que não deixou aos eslavos outra hipótese do que tentar evitar uma hecatombe – o que teria sucedido se os...

Os dois golpes de asa do engenheiro

O

Mal se conheceu o onze de Portugal, logo se fizeram ouvir reticências às duas alterações promovidas por Fernando Santos. Se desse para o torto, a melhor carpideira é a que pega primeiro ao serviço… Houve, por exemplo, quem dissesse que para o lugar de João Félix o engenheiro tosco devia ter optado por Rafa e não por Gonçalo Guedes. A justificação para a escolha, que podia ter sido e não...

Fernando Santos: o engenheiro geracional

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Uma palavra de apreço é devida à Seleção e ao notável trabalho de renovação protagonizado por Fernando Santos. Disputar duas partidas fora e ganhá-las com clareza sem ter, no grupo de 25, jogadores da qualidade de Ricardo Quaresma, João Moutinho, Anthony Lopes, Rafael Guerreiro, Manuel Fernandes, Bruno Alves, Gonçalo Guedes, André Gomes, Ricardo Pereira ou Gelson Martins, para nem sequer...

Jogámos a passo, devagar e devagarinho, à espera do mesmo de sempre

J

A bola sobe fora do alcance do mais alto da barreira, Piqué, faz a barba a Busquets, que estica a cabeça em desespero sem lhe conseguir tocar e desce para a gaveta de De Gea, incapaz de reparar, com uma defesa impossível, o seu erro descomunal no segundo golo de Cristiano: e assim fez o capitão, ao cair do pano, o imerecido empate para Portugal. Imerecido não é talvez o termo adequado porque no...

A defesa está ótima, o pior é o manicómio

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Grande foi a demonstração de capacidade da Seleção, superando claramente uma Bélgica fortíssima, a atuar em casa e a não lograr o que raramente falha: golos. Fernando Santos parece ter acertado no quarteto defensivo titular – não por acaso, o da final do Europeu – que se exibiu a alto nível, permanecendo, todavia, um velho problema. É que com a carga de jogos do Mundial vai ser preciso rodar e as...

Tributo a um herói do que realmente é importante

T

Acusado de nunca aparecer nos momentos importantes e, até há dois meses, de estar “acabado”, bastaram dois minutos e dois centros de Quaresma para Cristiano Ronaldo transformar a derrota iminente numa vitória quase inacreditável. Mas atenção ao resto. Igualmente na senda do que se tornou comum, a Seleção jogou poucochinho com o Egito, pelo que nos deixou mais preocupados quanto ao que poderá...

Da exibição da Seleção em Andorra ao génio de Bryan Ruiz

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Está calor. O Benfica procura um central, como se não soubéssemos já a falta que ele fazia, o Sporting tem os pontas de lança condicionados, e são nada menos de três – metendo Alan Ruiz no saco – e o FC Porto, em êxtase, lambe ao sol as feridas cicatrizadas. Pelo Minho, o Sp. Braga e Abel parecem ter conseguido estabilizar a equipa, ao contrário do V. Guimarães, onde os sócios se viram ao...

Voltou o pesadelo de Fábio Coentrão

V

A Seleção lá ganhou uma vez mais à tangente, cumpridora no objetivo mas pálida na exibição, como quase sempre. Nem quando passaram a jogar contra dez os nossos puxaram pelos galões do seu (muito) melhor futebol e marcaram um segundo golo tranquilizador, pelo que nos aconteceu o habitual – sofremos sem necessidade. Mas estamos a duas vitórias da qualificação direta para o Mundial, pelo que, como...

Alexandre Pais

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