Alexandre Pais

TagBarcelona

A burrice histórica de Bartomeu ao despedir Luis Suárez

A

Quando morremos, nada depende de nós, tudo acabou. Situação totalmente diferente é quando alguém entende que estamos mortos ou tem uma enorme vontade que isso aconteça. Aí, alto, isso já depende de nós. E compete-nos não permitir que o corpo arrefeça. Como madridista, nunca fui grande fã de Luis Suárez, não tanto pelos amargos de boca que me deu e mais pelo estilo quezilento com que os árbitros...

A cabeça de Messi já não mora ali

A

Os adeptos do futebol geralmente dividem-se em três grandes grupos: os que gostam de Cristiano Ronaldo e detestam Messi, os que apreciam o argentino e banalizam o português, e os que – como é o meu caso – estão gratos por lhes ter sido permitido viver a era em que dois dos maiores monstros da história da modalidade assumiram uma rivalidade que nos tornou mais felizes. Não consigo entender que se...

Do regresso de Iniesta a Benfica e Sporting no limite

D

Saber gerir a carreira é a terceira condição para o sucesso, depois do trabalho –muito trabalho – e do talento natural para um desempenho profissional. Andrés Iniesta confirma agora ter reunido as três qualidades ao escolher o final da época para dizer adeus a 22 anos de Barcelona. Deixará o clube num momento magnífico: após a conquista de mais uma liga, com um avanço merecido e arrasador, e de...

O belo, a besta (e Mascherano!) e o mal-amado de Camp Nou

O

O milagre do Barcelona, sim tratou-se de um milagre, só foi possível pelo talento e inteligência de um jogador que tanto se acusa de ter pouca cabeça: Neymar. Sim, foi ele que, com aquele grande golo aos 88-minutos-88, iniciou a cavalgada que aniquilaria o PSG. Mas o milagre do Barça também só foi possível porque ao talento de outro jogador faltou a inteligência que se lhe tolhe, aliás, muitas...

O Barcelona ainda pode passar aos quartos da Champions? Hum…

O

A 1.ª mão da primeira metade dos oitavos de final da Liga dos Campeões trouxe-nos, no meio da incerteza do futebol, algumas quase certezas. A primeira é a da provável eliminação do Barcelona, não porque os culés não sejam capazes de marcar quatro ou cinco golos ao PSG em Camp Nou, mas porque com a necessidade de intensificar o ataque e com a falta de solidez defensiva que vêm demonstrando –...

Na Luz como em Camp Nou: aconteceu

N

Sabe-se que no futebol a realidade é questão de um simples momento. No seguinte, tudo pode ter mudado e isso é o que faz a glória e a popularidade do jogo. Veja-se o último Benfica-Sp. Braga. Aos 11 minutos, os visitantes podiam estar a ganhar por 2-0, mas o poste e a deficiente execução de Rafa – quem diria? – alteraram o curso da história. O Benfica, que não conseguiu até aos 17 minutos...

Cristiano e Bale: só com artistas se ganha ao Barcelona

C

Os críticos de Cristiano Ronaldo e que não gostam também de Bale, tiveram ontem dois desgostos em 4 minutos. Aos 80 do clássico de Camp Nou, Cristiano fez, do lado esquerdo do ataque do Real, um centro milimétrico para o lado direito e para a cabeça de Bale, que marcou um golo limpo que o árbitro invalidou. Aos 84, inverteram-se os papéis. Bale, executou, do lado direito, um centro...

As primas donas de Madrid

A

Mesmo que conquiste a próxima Taça do Rei, o seu quarto título em três épocas, poderá dizer-se que José Mourinho falhou no Real Madrid? Sim e não.  Para os seus detratores, o técnico português falhará sempre, esteja onde estiver, ainda que conquiste três títulos numa única temporada – como aconteceu no Inter e no FC Porto (por duas vezes). À luz dos conceitos dessa gente, ou à falta deles, a...

O Bernabéu ainda há-de chorar

O

O ódio ao sucesso dos portugueses em Madrid só não se abate sobre Cristiano Ronaldo porque o seu rendimento é inquestionável e porque se o chateassem muito bateria as asas – ninguém pode, verdadeiramente, obrigar um futebolista que não quer jogar por um clube, a fazê-lo. Pepe foi considerado “indigno” de vestir a camisola do Real, Fábio Coentrão um verdadeiro “barrete”, Ricardo Carvalho um...

Só um milagre salvará o Real

S

Depois de não ter conseguido vencer o Borussia na fase de grupos, e de ter seguramente sorrido ao ver, na véspera, o Bayern aplicar “chapa 4” à que já foi, e não é seguro que não volte a ser a melhor equipa do Mundo, o Barcelona, esperava-se – esperava eu, pelo menos – um Real Madrid diferente em Dortmund. Diferente em que sentido? Desde logo, na velocidade, na pressão sobre a bola. E na postura:...

Alexandre Pais

Arquivo

Twitter

Etiquetas