Alexandre Pais

TagSábado

São Salvador da Bahia e não Baía, nem mais

S

Caro senhor Alexandre Pais. Sou assinante da Sábado desde os primeiros números e não perco a leitura do que escrevem os senhores Pacheco Pereira, Nuno Rogeiro, Alberto Gonçalves e Alexandre Pais. Enquanto os 3 primeiros escrevem bons artigos de opinião, o Sr. escreve sobre factos em que, de alguma forma, por vezes me revejo. Nasci na MAC em 48 e acompanhei, por vezes de perto, algumas das...

Ao serão com Pedroto

A

A 8 de Janeiro de 1985, desaparecia um dos nomes mais carismáticos do nosso futebol: José Maria Pedroto, também conhecido por Zé do Boné. Ainda hoje apelidado de mestre por muitos agentes desportivos, ele foi o visionário que cedo compreendeu a necessidade de controlar a podridão em que vivia o denominado sistema – e que basicamente consistia na gestão da arbitragem e no aproveitamento da...

Trinta anos sem o Zé do Boné

T

Recordo com emoção a noite de Março de 1983 em que jornalistas do semanário Off-Side estiveram com Pedroto no Hotel Praia-Mar, de Carcavelos, onde o FC Porto pernoitava na véspera dos jogos na capital. Foi uma conversa fantástica com um homem de inteligência superior…

Parece que foi ontem… na edição em papel da SÁBADO que estará amanhã nas bancas

Chantagem insuportável na TAP

C

As opiniões dividem-se entre os defensores e os opositores da privatização da TAP, estendendo-se ainda aos que preferem uma privatização parcial – maioritária ou minoritária – não faltando argumentos a uns e a outros para justificarem os seus pontos de vista. Creio que o bom senso aconselharia a privatização parcial porque isso permitiria ao Estado não só condicionar uma futura privatização total...

A caravela que levou ao Brasil o Portugal democrático

A

Em 1976, Mário Soares, então primeiro-ministro do I Governo Constitucional, partia de Lisboa para uma viagem no Fernão de Magalhães – apropriado nome o dessa caravela da TAP – cujo destino era o Brasil, com Rio, São Paulo, Brasília e Baía no itinerário, e uma escala no Sal, em Cabo Verde, no regresso. Um regresso atribulado porque o nevoeiro só permitiu a aterragem em Faro, quando, no final de...

Menos asneiras para 2015

M

A necessidade de chocar para ter audiências é uma mancha nebulosa que se iniciou nos “reality shows” e foi alastrando a outras áreas do fenómeno televisivo até atingir a informação, que mistura desgraças de todos os tipos com as notícias propriamente ditas. A realidade é o que é, só o que me aflige é a deturpação dos factos em nome da especulação. No dia de Natal, a operação da GNR nas estradas...

Ricos para sempre e pobres toda a vida

R

A presença de Ricardo Salgado no Parlamento, que abriu a catadupa de audições a outros elementos da corte familiar desavinda, acentuou de forma mais clara do que nunca a necessidade de afirmação e avidez de protagonismo de alguns deputados. Daquelas comissões de inquérito sabemos que pouco mais sai do que os generosos tempos de antena concedidos pelos canais de televisão, tanto a quem presta...

Partiu o dirigente sereno que evitou o pior

P

Desapareceu há dias, aos 85 anos, um dos  símbolos do velho dirigismo desportivo que fez escola pelos piores motivos, mas que teve baluartes de serenidade, dedicação e competência como Barcínio Pinto, antigo chefe do departamento de futebol do Belenenses. Cruzei-me com ele no final da década de 80, quando dirigi o jornal do clube de Belém, e pude admirar-lhe o carácter. O jornalista Leonardo...

Admirador de José Águas, Lobo Antunes foi entrevistado… pela neta

A

Em Outubro de 1992, a revista Dona fez uma reportagem em casa do futebolista Rui Águas, então de novo ao serviço do Benfica. Com ele, a mulher e dois filhos, sendo um a pequena Mariana, de 5 anos, já praticante de natação e ballet. O Rui afirmara há muito a sua capacidade no futebol, embora continuasse, como sempre acontecerá, a ser visto como filho de outro jogador extraordinário: o...

A antestreia que enganou Mário Soares

A

A 15 de Março de 1988, estreou-se em Lisboa O Império do Sol, de Steven Spielberg. A Columbia & Warner decidiu fazer uma antestreia de gala, a 14, no Tivoli, com bilhetes a 1500 escudos (!) e receita a favor da AMI, de Fernando Nobre. O patrocínio era da revista Élan, que eu dirigia, e da discoteca Stones, duas marcas sem capacidade de mobilização – faltou o apoio da RTP, da rádio e de um...

Alexandre Pais

Arquivo

Twitter

Etiquetas