Não foram ontem tão brilhantes contra as Honduras como antes frente à Argentina, os nossos olímpicos do futebol. Mas venceram de novo claramente, tendo deixado por concretizar muitas oportunidades – embora a defesa portuguesa tenha sido feliz ao ver o adversário falhar também hipóteses de golo. E aquela fantástica assistência de Bruno Fernandes a Carlos Mané, sobre a hora de jogo, define bem a...
Moniz Pereira, o cultor da família
A tristeza pela morte de Mário Moniz Pereira atravessou a sociedade portuguesa e até aqueles que não eram admiradores do professor – que dizia o que pensava sem se preocupar em agradar – se juntaram aos coros de elogios pela obra que nos legou. De modo geral, todos os canais cumpriram bem a tarefa de salientar o estatuto do desportista que desaparecia e a sua decisiva importância nas grandes...
"Os nossos medalhados": um grande trabalho de Norberto Santos
“A maturidade do homem consiste em haver reencontrado a seriedade que tinha no jogo quando era criança” – Nietzsche Restarão nas bancas já poucos exemplares do livro do jornalista Norberto Santos, Os nossos medalhados, lançado no início deste mês. Foi o autor, sempre generoso, que me lembrou ter nascido a ideia, desta obra, do trabalho que lhe pedi para elaborar, em 2012, a propósito da Olimpíada...
“Os nossos medalhados”: um grande trabalho de Norberto Santos
“A maturidade do homem consiste em haver reencontrado a seriedade que tinha no jogo quando era criança” – Nietzsche Restarão nas bancas já poucos exemplares do livro do jornalista Norberto Santos, Os nossos medalhados, lançado no início deste mês. Foi o autor, sempre generoso, que me lembrou ter nascido a ideia, desta obra, do trabalho que lhe pedi para elaborar, em 2012, a propósito da Olimpíada...
FC Porto vê milhões a voar
Os negócios dependem essencialmente de uma caraterística especial dos investidores, que ou se tem ou não se tem: a capacidade para prever o que há-de vir. Não dispor dessa qualidade ou, tendo-a na maior parte das vezes, falhar um feeling, pode conduzir a prejuízos irreparáveis. A contratação de Lopetegui pelo FC Porto constituiu, há dois anos, um risco tremendo e já muito se perorou sobre isso...
Um amor como a peste
Acabou mais uma série de “Love on top” e logo começou outra, como uma espécie de peste que nunca deixa de contaminar. Esgotado de momento o filão da reality-boçalidade, a TVI estica a vida do moribundo até que a rentrée permita que a inesgotável criatividade humana tire da cartola novo coelho para audiências pouco exigentes. Mas a estação de Queluz não exibe só a face oculta da Lua na programação...
Repetiu-se em Munique o massacre de 1972
O recente ataque armado em Munique, que provocou dez mortos e duas dezenas de feridos, faz-nos recuar no tempo 44 anos e recordar o massacre ocorrido naquela mesma cidade alemã – onde decorriam os Jogos Olímpicos – após um comando palestiniano ter assaltado os quartos dos atletas israelitas na Aldeia Olímpica, fazendo 11 reféns. Foi a 5 de Setembro de 1972 que oito elementos de uma facção...
Depois não se queixem
A última segunda-feira, dia do rescaldo da festa de domingo do PSD – ainda sob o efeito de mais um discurso duro de Passos Coelho – não podia ter corrido pior para o ex-primeiro-ministro. Começou com a sondagem do Correio da Manhã, que dá o PS já com 8,5% de avanço nas intenções de voto, sobre o PSD, e António Costa com 25,2% (!) de vantagem sobre o antecessor, na confiança para PM. A explicação...
Haverá renovação da Seleção no Mundial de 2018?
Quando Fernando Santos chegou à Seleção, há dois anos, dizia-se que iria ser o homem da renovação de uma equipa… acabada. Mas o primeiro sinal do esperado rejuvenescimento foi o regresso às convocatórias dos proscritos mas já nada jovens Danny, Bosingwa e Ricardo Carvalho. Santos sabia, como ninguém, que renovar não significava dispensar talentos pelo cartão do cidadão. A Seleção é para os...
Alô, Dona Rosa! ou o "telegrama" de Clara de Sousa
O Mundo anda perigoso e sucedem-se as tragédias, mas preciso de fazer uma pausa nas notícias para que a vida não seja só desgraças. Então, depois de ouvir Clara de Sousa dizer, a propósito do terror em Nice, que o Presidente Marcelo tinha enviado “um telegrama” de condolências ao homólogo francês, fartei-me. Um telegrama?! Stop: há quantos anos terá essa reminiscência do “Pátio das Cantigas”...
