Corria o ano da graça de 1968, ai, ai, quando ao anexo onde funcionavam os Serviços de Gravação da Emissora Nacional chegou a notícia de que um colega meu, o ‘operador Marcelino’ (nome fictício), não iria cumprir o seu turno: tinha levado uma tareia numa esquadra de Lisboa. Saíra com amigos na noite anterior, terão bebido uns copos, foram ‘dentro’ e, palavra puxa palavra, o ‘Marcelino’ acabou por...
Polícias que passaram para o lado dos bandidos
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