Alexandre Pais

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Bandidos no paraíso

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Enquanto Eduardo Cabrita se mantém em letargia profunda, responsáveis da PSP manifestam ‘preocupação’ pelo aumento da violência nas noites de Lisboa e Porto. Esquecem-se do Algarve, claro, já que se trata da habitual conversa para entreter parolos. Em Vilamoura, por exemplo, arruaceiros britânicos desancaram dois guardas da GNR e atiraram para a piscina um deles – que partiu a cabeça e uma mão, e...

Desafios ao Estado estão apenas no início

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Quando se está entre a espada e a parede, aprendi há muito tempo que se deve sempre escolher a espada. Isso quer dizer que se estivesse no lugar do responsável pelo Corpo de Intervenção teria detido o juiz negacionista mal ele se encostou a mim e me apontou o dedo à cara. Depois se veriam as consequências. Porque ficaria bem comigo, não seria humilhado perante as câmaras de TV, reforçaria o...

PSP assobiou para o ar

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Ainda não terminou a sua patriótica missão na ‘task force’ e Gouveia e Melo já recebeu de quem representa o país aquilo que a esmagadora maioria dos portugueses lhe adiantou: admiração e gratidão por um notável trabalho de lucidez, bom senso, competência e inexcedível dedicação. Desgraçadamente, a miserável ação de que foi alvo por parte de uma dúzia de supostos negacionistas, que o empurraram e...

Defesa da ordem pública: a bem ou a mal

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Há um homem a viajar no comboio sem bilhete. Vem a polícia e diz-lhe que se não paga tem de sair. Isso é que era bom, não só não paga como se recusa a sair! Perante a impossibilidade de resolver o caso a bem, o que devem fazer os agentes? Meter o rabo entre as pernas e bater em retirada? Ou defender a autoridade do Estado, a ordem pública e, afinal, todos os passageiros munidos do seu título de...

Chegou o dia, PSP: era tempo!

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Desde o jogo com os holandeses no Estádio da Luz, que o vídeo corre Mundo através das redes sociais: sentado, de cachecol ao pescoço e copo de cerveja na mão, um adepto do Ajax é violentamente agredido, à bastonada, por um elemento da polícia de choque. Para um país que depende tanto do turismo, calcula-se o prejuízo dessa ação insensata e desproporcionada. Sou insuspeito para o reparo porque...

O Estado é um deserto na hora de fazer cumprir as leis

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Notícias davam como sendo sete os feridos, outras referiam nove, mas os repórteres dos vários canais souberam que houve quem aparecesse mais tarde nos hospitais a fazer os curativos, alegando ter caído na escada, ou que meteu o mercurocromo e as ligaduras em casa com receio de ser acusado de participar num crime. As corridas ilegais com viaturas modificadas são um evento habitual aos domingos à...

É preciso muito estômago para ser polícia

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Referi aqui, há uma semana, a absolvição da mulher que insultou agentes da PSP que o próprio tribunal reconheceu terem sido “ofendidos”. Há que ter em conta, é certo, a cultura de “brandos costumes” que leva a que os nossos polícias não recorram a métodos drásticos como os dos norte-americanos, que algemam os presumíveis delinquentes mal os abordam. Ou como os dos brasileiros – que podemos seguir...

Rigor só para os polícias

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Numa rede social, alguém escreveu há dias: “A PSP manda parar um carro onde segue um casal. O condutor põe-se em fuga e atropela um agente. Como a viatura era idêntica à utilizada por um gang, fortemente armado, são disparados tiros pelos polícias. A ocupante do carro morre. Os agentes são constituídos arguidos. O condutor que tudo provocou, já referenciado por outros crimes, sai em liberdade com...

A polícia já anda de comboio

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Desgastado pelo verão horrível e pelas imparáveis sequelas do roubo de armas em Tancos, o Governo “estacionou” nos 40 por cento nas sondagens quando devia estar já no limiar da maioria absoluta. É certo que a agressividade de Passos Coelho – que todos os dias encontra forma de criticar António Costa – e a boa campanha de Assunção Cristas na corrida à câmara da capital também não têm facilitado a...

Muito gosta a PSP de afastar os repórteres!

M

Há 15 anos, após o assassínio de um agente da PSP, fiz uma manchete no diário “24horas” de que nunca me arrependi, apesar de ter pisado deontologicamente o risco. Mas foi a maneira de acompanhar a indignação geral e apoiar aqueles que arriscam a vida para defender a tranquilidade dos cidadãos. E não é por acaso que o “Correio da Manhã” ergue alto essa bandeira, que sendo a das pessoas de bem deve...

Alexandre Pais

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