Alexandre Pais

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Antena paranóica: Maria João Abreu, uma estrela sem palco

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O apreço que António Sala e Manuel Luís Goucha me merecem, e o respeito que devo a todos os que colaboram em “A tua cara não me é estranha”, da TVI, fazem com que não gaste demasiada cera com um programa que é do pior que se tem feito entre nós, mesmo tendo em conta a pouca exigência do público-alvo. Prefiro salientar o que julgo mais positivo: as criações de alguns artistas cuja capacidade...

Antena paranóica: “Até à verdade” é pura ficção

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A SIC responde ao “Depois da vida”, da TVI, com “Até à verdade”, perseguindo idêntico objectivo: entreter espectadores pouco exigentes. Mas o programa da estação de Carnaxide consegue ser ainda mais triste, já que mexe com crimes, famílias de vítimas, desesperados que procuram explicações. Na última edição, os dois médiuns contratados, em plena cena de um assassínio, “pressentiram” uma série de...

Antena paranóica: "Até à verdade" é pura ficção

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A SIC responde ao “Depois da vida”, da TVI, com “Até à verdade”, perseguindo idêntico objectivo: entreter espectadores pouco exigentes. Mas o programa da estação de Carnaxide consegue ser ainda mais triste, já que mexe com crimes, famílias de vítimas, desesperados que procuram explicações. Na última edição, os dois médiuns contratados, em plena cena de um assassínio, “pressentiram” uma série de...

Antena paranóica: a treta do "Depois da Vida"

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Acredito em Deus, seja qual for a Sua forma. É a minha única concessão ao mundo espiritual, não creio em mais nada. Mas não é por isso que acho “Depois da Vida”, da TVI, uma treta. Bastou-me ver o último programa para reparar que a médium de serviço não tem o nível da antecessora. E salta agora a vista o que antes quase se confundia com ciência: uma simples capacidade de analisar comportamentos...

Antena paranóica: a treta do “Depois da Vida”

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Acredito em Deus, seja qual for a Sua forma. É a minha única concessão ao mundo espiritual, não creio em mais nada. Mas não é por isso que acho “Depois da Vida”, da TVI, uma treta. Bastou-me ver o último programa para reparar que a médium de serviço não tem o nível da antecessora. E salta agora a vista o que antes quase se confundia com ciência: uma simples capacidade de analisar comportamentos...

Antena paranóica: muito fala o pagode

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As rubricas de “vox populi” têm tradição em Portugal e, tendo começado nos jornais – os antigos vespertinos eram mestres na área – e alastrado à rádio, acabaram por se instalar na televisão, onde são hoje recorrentes pela facilidade de execução, baixo custo e criatividade zero para editores e chefias. Então agora, com a crise a apertar e o protesto na ponta das línguas, abusa-se da coisa. O pão...

Antena paranóica: um pingo amargo

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Gosto de empresários. Não dos especuladores, que não criam riqueza, mas daqueles que investem e geram postos de trabalho e receitas fiscais, contribuindo assim para o progresso do País. E gosto ainda mais dos empresários que não se limitam a ganhar dinheiro e intervêm na sociedade, com críticas aos desmandos do poder ou com acções que por vezes fazem a diferença. Gostava, por isso mesmo, de...

Antena paranóica: Manuel Serrão é repelente porquê?

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Esta semana, ouvi mais um daqueles por vezes cómicos debates televisivos – e por vezes interessantes, é verdade – em que os fanáticos contratados por isso mesmo, por serem capazes de ver apenas para um lado, só não se batem porque teriam de deixar o programa e lá se ia uma nota preta. O portista Manuel Serrão, talvez o maior agitador da televisão portuguesa, papel que lhe assenta como uma luva e...

Antena paranóica: D. Fernando de Portugal

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Os economistas andam pessimistas, os políticos desorientados, os portugueses preocupados e deprimidos. Mas temos também energias ocultas, forças de reserva, gente criativa, patriotas capazes de empunhar a chama da esperança e do futuro. É o caso do impagável sr. Fernando, protagonista do nacional-imaginário que desconhece qualquer adversidade e supera todas as crises. O pai da Fanny – essa mais...

Antena paranóica: um confronto chocante

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Nada como um feriado para quebrar as rotinas. E nesta quinta-feira pus-me a ver novelas, na SIC: a segunda metade do episódio de “Rosa Fogo”, made in Portugal, e a parte inicial da produção brasileira que se seguia, “Insensato Coração”. O que poderei dizer do confronto entre dois estilos, duas competências, dois mundos? A telenovela nacional – grande papel o de Rogério Samora e bem, como sempre...

Alexandre Pais

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