1 – Que recordação guarda de Artur Agostinho? – A melhor entre as melhores. Conheci-o nos anos 60, quando trabalhei na Emissora Nacional, e reencontrei-o em 2005, no almoço em que o convidei para voltar a escrever no Record. 2 – Que marca deixou no ‘Record’? – Uma marca inapagável, eterna. Pelo que realizou, pela injustiça da sua demissão, pela felicidade do seu retorno, pelo patrocínio do Prémio...
Antena paranóica: Sócrates entre o chá e a simpatia
A televisão tem sido bem utilizada por José Sócrates para combater, e procurar reduzir, o avanço das intenções de voto no PSD, expresso nas últimas sondagens. As transmissões directas das presenças do Executivo no Parlamento são sempre manifestações do poder de argumentação do primeiro-ministro, que ainda ontem se voltou a desenvencilhar com êxito – se tem ou não razão é outra história – das...
Antena paranóica: o "Tal & Qual" no currículo
Passam hoje dez anos – uma vida – sobre a data em que Alberto do Rosário, então na liderança da Lusomundo, fez de mim o quinto dos oito directores que o “Tal & Qual” conheceu ao longo de uma presença de 27 anos nas bancas. Nascido no Verão de 1980, por iniciativa de Joaquim Letria e na sequência de um programa de grande êxito daquele comunicador, na RTP, o “Tal & Qual” desapareceu em...
Antena paranóica: o “Tal & Qual” no currículo
Passam hoje dez anos – uma vida – sobre a data em que Alberto do Rosário, então na liderança da Lusomundo, fez de mim o quinto dos oito directores que o “Tal & Qual” conheceu ao longo de uma presença de 27 anos nas bancas. Nascido no Verão de 1980, por iniciativa de Joaquim Letria e na sequência de um programa de grande êxito daquele comunicador, na RTP, o “Tal & Qual” desapareceu em...
Antena paranóica: o "Plano inclinado" inclinou-se demasiado
Acabou o “Plano inclinado”, um “must” da SIC Notícias. Curiosamente, essa conversa sobre economia não chegou ao fim por ter cumprido o seu ciclo de vida, mas porque Mário Crespo e Medina Carreira se desentenderam antes da gravação e já não houve nada para ninguém. O programa faz falta, apesar de Gomes Ferreira preencher bem a agenda da estação, ao apresentar entrevistas a convidados qualificados...
Antena paranóica: o “Plano inclinado” inclinou-se demasiado
Acabou o “Plano inclinado”, um “must” da SIC Notícias. Curiosamente, essa conversa sobre economia não chegou ao fim por ter cumprido o seu ciclo de vida, mas porque Mário Crespo e Medina Carreira se desentenderam antes da gravação e já não houve nada para ninguém. O programa faz falta, apesar de Gomes Ferreira preencher bem a agenda da estação, ao apresentar entrevistas a convidados qualificados...
Antena paranóica: começou a debandada da RTP
A administração da RTP terminará este ano o seu mandato, pelo que precisa de dar sinais positivos que confirmem o meritório trabalho de gestão desenvolvido numa empresa pública em que o prejuízo é tradição. Mas desta vez não precisou sequer de se esforçar, já que lhe caíram na mesa os pedidos de demissão de quatro dos seus melhores quadros, que rumam à TVI com duas vantagens pessoais imediatas:...
Antena paranóica: um Portugal sem talento
Com a transmissão das primeiras “sessões” é possível fazer o retrato de “Portugal tem talento”, da SIC: um pastelão sem graça. Gravaram-se provas dos “artistas” por atacado – no mesmo programa o júri surge com roupas diferentes –, colocou-se Bárbara Guimarães fora do seu registo e… vamos ver no que dá. Não deu, seguramente, o que se esperava. Os erros serão três. O primeiro: o formato, que...
Antena paranóica: o desleixo frente às câmaras
Os jornalistas da SIC entraram em conflito com a hierarquia por causa dos subsídios variáveis atribuídos aos principais pivôs da estação e, à hora a que escrevo esta crónica, estará até a decorrer em Carnaxide um plenário da redacção. Não se discute aqui, obviamente, a razão que poderá caber a quem optou pelo recurso à nova remuneração ou a quem a contesta. É com a divergência que o Mundo avança...
Contra o enriquecimento ilícito
Assinei a petição do “Correio da Manhã” a favor da criminilização do enriquecimento ilícito. Obviamente, por concordar com o seu objetivo, mas também pela satisfação de ver os jornais – através do mais lido de todos os títulos nacionais – retomarem a defesa das grandes causas, um caminho que se perdeu por exclusiva culpa nossa…
