Alexandre Pais

TagAntena paranoica

Big Brother VIP, o castigo de Deus

B

O “Big Brother” é um filão inesgotável? Não é. Desaparecerá como tudo aquilo que o tempo tem o poder de aniquilar. Mas teria já os dias contados em Portugal se a batalha da educação, ao contrário do que nos pretendem fazer crer, se não tivesse perdido. Dir-me-ão que jovens licenciados partem diariamente para o estrangeiro em busca de trabalho e de um país que mereça as suas mentes brilhantíssimas...

Francisco Penim e Carlos Abreu Amorim: dois casos

F

Ninguém tem dúvidas sobre o poder da televisão para construir ou para destruir carreiras. O que causa espanto é a inabilidade que pessoas inteligentes revelam para o utilizarem em seu proveito. Com um pequeno intervalo de tempo, testemunhei dois casos opostos. Num deles, na CM TV, Francisco Penim fez os melhores comentários que ouvi nos diversos “diretos” da caça ao homem, após o atentado da...

António Sala: o "grand seigneur" da comunicação

A

Já aqui me referi ao “júri” de “A tua cara não me é estranha”, que não julgava coisa nenhuma, uma vez que o seu principal papel era o de dar espetáculo, ou seja, contribuir também para um programa de puro divertimento. Mas a última “gala” proporcionou-nos ainda um grande momento de António Sala, que usou o dom da palavra para relevar os méritos do “concurso” da TVI e a sua enorme vantagem sobre o...

António Sala: o “grand seigneur” da comunicação

A

Já aqui me referi ao “júri” de “A tua cara não me é estranha”, que não julgava coisa nenhuma, uma vez que o seu principal papel era o de dar espetáculo, ou seja, contribuir também para um programa de puro divertimento. Mas a última “gala” proporcionou-nos ainda um grande momento de António Sala, que usou o dom da palavra para relevar os méritos do “concurso” da TVI e a sua enorme vantagem sobre o...

Os "apanhados" da CM TV

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Nuno Graciano herdou o “know how” dos “apanhados” televisivos, ou seja, “bebeu” o néctar da melhor colheita do grande pioneiro do conceito entre nós: Manolo Bello. Além do que vier a conseguir nas manhãs com Maya e noutros projetos da CM TV, Graciano já deixou a sua marca no novo canal da Cofina, o 8 do Meo. A ideia do “general angolano” é brilhante – passem as ridículas reservas de suposto...

Os “apanhados” da CM TV

O

Nuno Graciano herdou o “know how” dos “apanhados” televisivos, ou seja, “bebeu” o néctar da melhor colheita do grande pioneiro do conceito entre nós: Manolo Bello. Além do que vier a conseguir nas manhãs com Maya e noutros projetos da CM TV, Graciano já deixou a sua marca no novo canal da Cofina, o 8 do Meo. A ideia do “general angolano” é brilhante – passem as ridículas reservas de suposto...

O bulldog nunca larga a perna

O

Tenho o mesmo problema que os analistas políticos, preciso de assunto. E esta semana Miguel Relvas resolveu-nos o drama – uma vez mais. Foi essa, aliás, a perdição do ex-ministro: a sua inata capacidade para a provocação. Porque a comunicação social portuguesa, pelo meio de grandezas e misérias, tem a qualidade do bulldog, ou seja, depois de abocanhar a presa já não a larga. Como se o que...

Com Sócrates, Relvas ataca a alternativa

C

As brigadas de suposta proteção da pureza jornalística – uma fauna que trabalha pouco, mete o bedelho em tudo e odeia em particular que os órgãos de informação obtenham receitas e equilibrem as contas – atacaram desta vez a “liberdade” com que o diretor de informação da RTP convidou José Sócrates para analista político, a troco apenas, ao que parece, do tempo de antena. Melhor fora que, ao invés...

Amanhã é o dia: arranca a CM TV

A

Portugal vive em estado de profunda desorientação, as pessoas andam desiludidas e não se vê uma luz ao fundo do túnel. Caímos num buraco sem percebermos como escapar e, pior ainda, sem a certeza de algum dia encontrar a saída. É neste clima de desesperança, com empresas a fechar e mais 500 desempregados a cada dia, que a Cofina lança a CM TV, a televisão do “Correio da Manhã”, um projeto que...

Ponte está feito ao bife

P

Nunca entendi os motivos que levam a RTP a não se assumir como estação de referência, de real serviço público, procurando antes acompanhar as grelhas da SIC e da TVI, com a programação da moda. E fazendo-o, para mais, com a pretensão da diferença para melhor, ou seja, parece julgar-se capaz de cobrir de ouro a coisa banal. É ao contrário: a efetiva vocação popular dos canais de Queluz e de...

Alexandre Pais

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