Conheci-o em 1976, acabado de “quase” se licenciar, como um dos mais entusiastas jovens jornalistas da redação do vespertino “Jornal Novo”. Estou ainda a vê-lo, sentado na sua secretária, junto à janela da varanda do palacete de Santa Catarina, onde tantas vezes Alfredo da Silva contemplara o seu império industrial na Outra Banda. Recordo-o depois, como director do “Diário de...
Estamos condenados à lamúria
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