De: Nuno Teixeira [mailto:nuno16??@hotmail.com] Enviada: terça-feira, 1 de Janeiro de 2013 4:05Para: RecordAssunto: 11 do ano Na capa do dia 1/01/2013 no titulo podiam meter o melhor onze dos 3 grandes. 2012 nao começa a partir de Agosto, o ano começa em janeiro e o custodio faz uma grande epoca, faz um grande europeu, mas como joga no Braga já não pode estar no 11. E antes de fazer a equipa do...
Crónicas da Sábado: um rapazinho estúpido
Tenho procurado ao longo da vida recuperar o tempo perdido em criança. Porque embora tivesse sido, então, um privilegiado em relação à maioria dos rapazes da minha idade, não pude naturalmente ter acesso aos brinquedos que ainda estavam por inventar. Vivi a infância no tempo dos carrinhos de madeira, pelo que colecionei mais tarde, já a entrar na adolescência, as miniaturas dos modelos que sempre...
Uma certeza para começar 2013: nunca seremos vencidos
Não terá havido nas últimas décadas ano aguardado com tão baixas expectativas como este. Pior do que isso, entrámos em 2013 com a certeza de que ele nos trará não só as dificuldades anunciadas como outras com as quais não sonhamos sequer. Muitas e desagradáveis surpresas nos esperam, e melhor será que disso tenhamos absoluta consciência. E se a nível coletivo temos pela frente tempos duros, no...
Bom Ano!
Post n.º 408 e último de 2012 para desejar a todos os que fazem o favor de aqui vir para ler as minhas trivialidades, um 2013 melhor do que todos esperamos.
Como coletivamente não escaparemos às dificuldades, resta-nos esperar alguma coisa de positivo a nível individual.
Por isso… sorte e feliz 2013 para todos!
Antena paranóica: António Fagundes é sublime em “Gabriela”
Vi a primeira versão de “Gabriela”, em 1975, de princípio a fim. Estávamos no tempo em que o país ainda parava por alguma coisa e papéis como os de Nacib, Maria Machadão, Tonico Bastos, coronel Melke ou Mundinho, interpretados por actores geniais – e permito-me distinguir, entre todos, o lendário Paulo Gracindo na pele do coronel Ramiro Bastos –, deixaram-nos uma marca para a vida. Mas não vale a...
Antena paranóica: António Fagundes é sublime em "Gabriela"
Vi a primeira versão de “Gabriela”, em 1975, de princípio a fim. Estávamos no tempo em que o país ainda parava por alguma coisa e papéis como os de Nacib, Maria Machadão, Tonico Bastos, coronel Melke ou Mundinho, interpretados por actores geniais – e permito-me distinguir, entre todos, o lendário Paulo Gracindo na pele do coronel Ramiro Bastos –, deixaram-nos uma marca para a vida. Mas não vale a...
Jesualdo que avance de vez
Não se trata já de acreditar ou não na capacidade de Godinho Lopes para dar a volta à situação a que chegou o Sporting. Trata-se, pura e simplesmente, de salvar uma das maiores e mais prestigiadas instituições do País. Mas partindo do princípio que o presidente não renunciará ao cargo e que mesmo indo o clube para eleições seria bem possível que a crise persistisse e que quase tudo ficasse na...
Uff!… Ainda bem que 2012 chega ao fim
Está a terminar um ano terrível para os portugueses. Um ano em que nem a emoção que o futebol traz à nossa vida – à vida dos que amam a mais popular modalidade desportiva do Planeta – compensou a brutal amplitude das dificuldades por que passamos. Mas foi um lenitivo, será sempre, creio eu, um amaciador da dureza dos problemas. Foi um bom ano para o FC Porto, cujos dirigentes conseguiram resolver...
