A RTP, sempre ela, está agora a ser acusada de ter tratado de forma desigual o Sporting e o Torreense, com grandes planos dos jogadores leoninos e nenhum dos adversários, enquanto se ouvia o Hino Nacional, no Jamor.
Não foi a primeira vez, nem será a última porque a impunidade é total, que a estação pública se dá a estas arbitrariedades. Pouco antes, tivemos de levar com os regressados da derradeira excursão a Gaza, armados em vítimas e com a gentil colaboração da pivô, que lhes fez ‘perguntas’ sobre as ‘torturas’ e outras maçadas.
Ora, os integrantes das flotilhas sabem, à partida, que jamais chegarão a Gaza – cuja população não receberá sequer um pão ou uma aspirina – embarcando apenas num ato de propaganda. E aceitando que serão detidos por um país em guerra e tratados sem simpatia.
São intérpretes de atos de suposta solidariedade, que denunciam os crimes de Israel mas ignoram os do Hamas, uma posição sectária que, no mínimo, divide os portugueses. Pois a que porta vão bater esses lunáticos ainda antes de tomarem banho? À da RTP que nós pagamos, assim colocada ao serviço de uma minoria radical. E pode?
Antena paranoica, Correio da Manhã e cm.pt de 30 de maio de 2026
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