Habituei-me há muito a não fazer previsões. E hoje, então, tentar adivinhar o que aí vem, tal como ganhar o Euromilhões, é altamente improvável. Mas talvez 2012 consiga pôr fim à minha perplexidade perante a ausência, no ano que finda, de uma medida que, pelos vistos, não preocupa a troika, nem sequer as cabecinhas pensadoras do nosso patronato mais mediano, e logo numa época em que retirar...
Crónicas da Sábado: atirar beatas para o chão por conta do patrão
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