A burocracia ainda não mortalmente atingida pelos simplexes desta vida é talvez a maior responsável pelo nosso atraso. E não se encontra para isso outra desculpa que não seja a velha negligência nacional com as questões do tempo, esse bem cada vez mais precioso e cada vez mais desperdiçado. Tenho de novo de recuar na memória para procurar o primeiro sinal de desperdício que registei. Lembro-me de...
Crónicas da Sábado: deixem-me dormir
C
