Alexandre Pais

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Com Patrick Morais de Carvalho o Belenenses recupera o seu orgulho

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Patrick Morais de Carvalho candidata-se a um terceiro mandato como líder do Belenenses para prosseguir o notável trabalho de recuperação do clube que desenvolve desde 2014. Após os dois quintos lugares no campeonato, alcançados com Jorge Jesus, em 2006-2007 e em 2007-2008, o segundo “transformado” em oitavo pelos pontos perdidos com o “caso Meyong” – e a dramática renúncia, e morte, do então...

O Benfica viverá bem sem Cavani

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Já não havia paciência para o “folhetim Cavani”, que o Benfica alimentou para lá do que devia, com uma única vantagem para o respeitável público: fazer baixar o ruído, igualmente insuportável, da transferência, essa consumada, de Cristina Ferreira. De facto, o clube da Luz estendeu-se demasiado nas “negociações”, o que gerou uma onda gigantesca de expetativa nos seus adeptos. Depois, tudo se...

Os turistas que Lisboa perdeu com a Champions…

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Há uma semana, estávamos longe de admitir que Leipzig, Lyon e Atalanta fossem mais que patinhos feios e atrevidos entre a nata do futebol europeu. Certo é que só os italianos falharam a passagem às “meias”, não por falta de competência mas apenas porque mal vê Mbappé em campo, Neymar, que tem uma costela de Messi e outra de Cristiano, provoca tal aceleração no jogo que é quase impossível de...

CR7 e Real Madrid: um divórcio estúpido que continua a causar danos

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Como aqui previ há uma semana – não era difícil – Cristiano Ronaldo entrou de férias mais cedo do que esperava. Mas despediu-se com dois golos, o último de antologia, e fechou a época com 48 em 52 jogos, uma autêntica proeza para um rapazinho de 35 anos. E fiel a uma postura irrepreensível com os seus treinadores, CR7 não destratou Sarri – como Džeko fez com Paulo Fonseca – o que poderia...

O que interessa é a satisfação plena do cliente

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Na SIC e na TVI devem pensar que descobriram a pólvora com a decisão concertada de silenciarem os comentadores que são adeptos dos clubes. Trata-se apenas de uma abertura de vagas, pois o contributo para combater a propalada “toxicidade” no futebol é quase nulo. Por um lado, está nas instituições e nos seus principais responsáveis a origem do mal. E essa não é atacável por uma comunicação social...

Alexandre Pais

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