Dois edis reagiram de forma diferente ao serem ‘incomodados’ por jornalistas por motivos semelhantes – o escrutínio, uma chatice! A presidente da CM de Bragança, Isabel Ferreira, anunciou uma queixa-crime contra o diretor da Rádio Regional, alegando “perseguição”. E embora pareça tratar-se apenas de uma insistência no acesso a documentos não privados, a autarca tem o direito de se queixar do que...
Portugal aos olhos de uma brasileira
(do Facebook) Ruth Manus é advogada e professora universitária, e escreve num blogue num jornal de S. Paulo. E escreveu isto sobre Portugal, num texto que deve ser (é!) um orgulho lermos. Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas: Ingratidão e pessimismo. Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase dois anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de...
Habitantes das nuvens em congresso
Não têm fontes, nem uma simples agenda de contactos, não assumem responsabilidades, não sabem rever um texto ou escrever um lead, não trazem notícias – que lhes passam à frente sem darem por elas – e nunca deram uma manchete. São maus na reportagem, boçais nas entrevistas, analfabetos em números, péssimos em relações sociais, ignorantes da realidade. Criados na escola da dependência e da...
Está a ser um verão bem passado
…ou quatro fantásticas sugestões para quem gostar de ler.
O homem mal sabe para ele mas já vai no "The Guardian"!
A vitória da presunção… Absolutamente genial!!
Nota – Quando titulo “o homem”, refiro-me ao Lebedev, naturalmente.
O homem mal sabe para ele mas já vai no “The Guardian”!
A vitória da presunção… Absolutamente genial!!
Nota – Quando titulo “o homem”, refiro-me ao Lebedev, naturalmente.
O drama dos "estados de alma" dos jovens jornalistas portugueses
@AldaTelles no Twitter: Vale a pena ler os comentários de @AlexandrePais ao post sobre os “estados de alma” do jornalista português
O drama dos “estados de alma” dos jovens jornalistas portugueses
@AldaTelles no Twitter: Vale a pena ler os comentários de @AlexandrePais ao post sobre os “estados de alma” do jornalista português
Retrato sociológico do jornalista português
Muito bom e muito preocupante, digo eu.
O meu adeus a Mário Bettencourt Resendes
Conheci-o em 1976, acabado de “quase” se licenciar, como um dos mais entusiastas jovens jornalistas da redação do vespertino “Jornal Novo”. Estou ainda a vê-lo, sentado na sua secretária, junto à janela da varanda do palacete de Santa Catarina, onde tantas vezes Alfredo da Silva contemplara o seu império industrial na Outra Banda. Recordo-o depois, como director do “Diário de...
