Alexandre Pais

TagCorreio da Manhã

Antena paranóica: Anjo meu, um anjo mau

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Pensava que era só mais uma incompatibilidade entre mim e uma telenovela, mas não. Olho para o “top” das audiências e verifico que “Anjo meu”, da TVI, sai amplamente derrotada tanto por “Remédio santo”, da mesma estação, como por “Laços de sangue”, da SIC, que disputam entre si os favores do público. E não é coisa pouca, são menos 300 mil espectadores. Por hábito, não vejo novelas mas não tenho...

Antena paranóica: "peanuts" perigosos

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Há em Portugal um partido com a ambição de governar, e com boas possibilidades de o conseguir dentro de três semanas, que menospreza o poder da comunicação e usa a televisão não para conquistar votos mas para os desbaratar. Em poucos dias, as repetidas intervenções de Eduardo Catroga traduziram-se numa série de anedotas que pode resultar em catástrofe, tanto mais que estamos perante um eleitorado...

Antena paranóica: “peanuts” perigosos

A

Há em Portugal um partido com a ambição de governar, e com boas possibilidades de o conseguir dentro de três semanas, que menospreza o poder da comunicação e usa a televisão não para conquistar votos mas para os desbaratar. Em poucos dias, as repetidas intervenções de Eduardo Catroga traduziram-se numa série de anedotas que pode resultar em catástrofe, tanto mais que estamos perante um eleitorado...

Antena paranóica: retribuição perversa no "Peso Pesado"

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Expectativa justificada: “Peso Pesado” é um sucesso de audiências e coloca a SIC no topo do “ranking”, com as novelas da TVI. Mas a versão nacional fica distante do “The Biggest Loser”, desde o montante do prémio final à envergadura dos protagonistas, que no “Peso Pesado” são bem mais modestos na balança do que os norte-americanos. E duvido ainda que Júlia Pinheiro, uma mulher para toda a obra...

Antena paranóica: retribuição perversa no “Peso Pesado”

A

Expectativa justificada: “Peso Pesado” é um sucesso de audiências e coloca a SIC no topo do “ranking”, com as novelas da TVI. Mas a versão nacional fica distante do “The Biggest Loser”, desde o montante do prémio final à envergadura dos protagonistas, que no “Peso Pesado” são bem mais modestos na balança do que os norte-americanos. E duvido ainda que Júlia Pinheiro, uma mulher para toda a obra...

Antena paranóica: rendição cor-de-rosa

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A TVI deu ontem “show” na transmissão do casamento do futuro rei de Inglaterra, batendo claramente a concorrência, que se limitou a um acompanhamento mais modesto e mais barato. A estação de Queluz não fez a coisa por menos e destacou cinco pesos-pesados para a reportagem de Londres: três jornalistas da informação dita “séria”, Judite Sousa, Júlio Magalhães e Cristina Reyna – sempre discreta e...

Antena paranóica: o "harakiri" de Manuel Maria Carrilho

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O congresso socialista, transmitido praticamente em direto no cabo, resultou numa acção de propaganda bem montada e, como tal, eficaz. Só António José Seguro criou alguma expectativa à chegada – pelo papel dissonante que pudesse interpretar – mas cedo se percebeu que ia para marcar território e não para criar problemas. Aliás, não tem feito outra coisa nas suas múltiplas intervenções, utilizando...

Antena paranóica: o “harakiri” de Manuel Maria Carrilho

A

O congresso socialista, transmitido praticamente em direto no cabo, resultou numa acção de propaganda bem montada e, como tal, eficaz. Só António José Seguro criou alguma expectativa à chegada – pelo papel dissonante que pudesse interpretar – mas cedo se percebeu que ia para marcar território e não para criar problemas. Aliás, não tem feito outra coisa nas suas múltiplas intervenções, utilizando...

Antena paranóica: quatro mulheres de ferro

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  Temos por cá, na TV, oportunistas que vão uma semana para fora instalar-se nos “arredores da guerra” para depois editarem mais um livrinho à conta de quem lhes pagou o passeio, livro que será compulsivamente adquirido – lido já é outra conversa – pelos devoradores de tudo o que lhes impinjam os “famosos” do pequeno ecrã. Ainda há dias fiz, em casa, uma limpeza nas estantes e fiquei surpreendido...

Antena paranóica: Nico merecia mais

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O trágico apagão da extraordinária carreira de Carlos Cruz e a retirada definitiva (?) dos ecrãs de José Eduardo Moniz deixou a televisão, na área da informação, sem senadores – na linha das mulheres e homens de cabelos brancos que dão à TV norte-americana o toque da credibilidade sem a qual a comunicação não flui e a notícia não “cola”. Não é por acaso que profissionais como Judite de Sousa...

Alexandre Pais

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