Alexandre Pais

TagBelenenses

Um texto lúcido de um belenense sobre a situação no nosso clube

U

(Por Nuno Perestrelo, in Facebook, com a devida vénia) Aqui há dias opinei que o divórcio entre Belenenses e Codecity (empresa que tem 51 por cento da SAD) era inevitável. Disse-o na sequência de um desastrado comunicado publicado na página da SAD em véspera de uma Assembleia Geral do clube. Depois deste dia o espetáculo público roça a degradação: o líder da SAD agita na TV penhoras e perigos de...

No tempo em que il Mago passou pelo Belenenses

N

O mais relevante dos fatores que caracterizam um grande treinador de futebol é a sua capacidade para fazer magia: com jogadores menos cotados, conseguir vencer as melhores equipas do Mundo. Ainda hoje, por muito que os resultados globais favoreçam Guardiola, o maior mérito de Mourinho foi ter conseguido travar a hegemonia do Barcelona de Pep, talvez o melhor onze da história. Pensei nisso quando...

Afinal, o “caso Camará” não foi longe

A

No seguimento do conflito que opôs o ex-capitão do Belenenses, Abel Camará, a alguns adeptos, no final da última época, recebi de um prezado consócio o e-mail que a seguir reproduzo na íntegra. Boa tarde, caro Alexandre Pais O “caso Camará” tem novos desenvolvimentos que resultam de declarações prestadas pelo jogador à Bola TV. Pode ver aqui: Se bem se recorda, na sequência dos...

Afinal, o "caso Camará" não foi longe

A

No seguimento do conflito que opôs o ex-capitão do Belenenses, Abel Camará, a alguns adeptos, no final da última época, recebi de um prezado consócio o e-mail que a seguir reproduzo na íntegra. Boa tarde, caro Alexandre Pais O “caso Camará” tem novos desenvolvimentos que resultam de declarações prestadas pelo jogador à Bola TV. Pode ver aqui: Se bem se recorda, na sequência dos...

A diferença entre insultar ou apoiar os jogadores

A

Não vale a pena sobrevalorizar a capacidade do treinador, a excelência da gestão ou o entusiasmo dos adeptos, tudo fatores importantes e que podem existir ou não: quem vai para o campo e ganha ou perde os desafios são os jogadores. Após a provocação de alguns anormais a Camará e à mulher – que aos insultos responderam com insultos, ninguém é de ferro –, no final da última derrota do Belenenses no...

Em defesa de Abel Camará

E

Agora não vou a tempo, já paguei as quotas do ano todo. Mas para janeiro fica prometido: se o “divórcio” entre a direção do Belenenses e a SAD se mantiver, esqueço-me que sou sócio há 60 anos e “desarrisco-me”. Porque é essa situação de animosidade recíproca, essa aberração nascida de incompetências acumuladas ao longo de décadas que criou o ambiente inquinado que permite a meia-dúzia de...

Um fim de semana de horror futebolístico

U

Como adepto do Belenenses habituei-me a sofrer até ao dia em que percebi que só o que me restava era a dor, pelo que não valia mais a pena sofrer. Assim, acho normal a ampla derrota no Funchal – a sexta consecutiva (!) na Liga – como me parece natural a opção da SAD pelos dois últimos treinadores. Aliás, desde que dispensou Lito Vidigal e não quis também ficar com Jorge Simão, para ir contratar...

Belenenses com defesa de veludo

B

Alguns dos meus prezados consócios e adeptos em geral do Belenenses andam superativos nas redes sociais. Uns a favor do presidente Patrick, outros em defesa de Soares, uns sonhando com a Liga Europa e até com a grandeza de outrora, outros preocupados com uma eventual despromoção e recordando desgraças passadas, uns atirando-se aos árbitros – em Moreira de Cónegos, há uma semana, foi um...

Aos 90+3 o fantasma do Zé dos Frangos foi visto no Restelo

A

O Belenenses fez ontem um bom jogo contra o Sporting. Não ganhou porque não tem um ponta de lança, só tem armandinhos. E sofreu o golo da derrota a dois minutos do fim, o costume. Se eu tivesse uma nota de 100 euros por cada situação destas que já vivi no Estádio do Restelo, não estaria rico mas andaria perto. Recordo como se tivesse sido ontem um Belenenses-Sporting da época de 1961-62, já no...

Novembro negro ataca outra vez

N

O acidente de aviação de hoje que vitimou, na Colômbia, quase toda a equipa brasileira de futebol do Chapecoense, traz-me à memória outra queda de avião, aquela que no doloroso dia 24 de novembro de 2006 – fez agora 10 anos – na Patagónia, matou dois dos nossos jovens camaradas de redação do Record: César de Oliveira e André Romeiras, cujas famílias daqui saúdo com emoção. Mas faz-me...

Alexandre Pais

Arquivo

Twitter

Etiquetas