Sinto-me dividido quanto à contratação de Nuno Espírito Santo pelo FC Porto. Por um lado, alinho com a estranheza de alguns – e a falta de entusiasmo de quase todos – pela escolha de um técnico de currículo modesto, arrancado ao desemprego e ferido pela calamitosa passagem pelo Valencia, embora, verdade se diga, os seus sucessores não tenham feito melhor. E também pela velha teoria de que os...
Nuno, o reinventor
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