Num aborrecido tempo de antena de final de ano, revejo pela enésima vez o filme de uma associação ambiental em que se veem aves que, dizem eles, “ocorrem” a determinado local. E logo a seguir acompanho a felicidade de um dos infelizes repórteres lançados nas ruas de Paris para debitarem qualquer coisa, por ter encontrado, num bar, um homem que falava “um pouco de espanhol”. O jornalismo chegou a...
O horrível Mundo Novo
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