Nos muitos anos que já levo de profissão, nunca vi opinião publicada mais poderosa do que a espanhola e, ao mesmo tempo, comunicação social mais viscosa do que a do país-vizinho. Basta recuar a 2003 e à contratação de Carlos Queiroz pelo Real Madrid. Mal aterrou em Barajas, a imprensa especializada desfez-se em elogios, os merecidos e os supostos, elogios que subiram de tom com a conquista da...
Cristiano, a “sequía” do goleador intermitente
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