Acabou a polémica dos cartazes e da incompetência associada e vivemos, a cinco semanas das eleições, sob o manto da inutilidade da “crise dos debates” na televisão. A esquerda esgrimiu argumentos para não discutir com a coligação representada por duas cabeças e Passos não aceitou que Portas fosse dispensado. Trata-se da recorrente querela em torno de uma tese e do seu contrário, conversa mole...
A realidade que não convém à política que temos
A
