A minha filha Teresa tirou um curso de que não gostava e que só lhe serviu como formação de base para abraçar a profissão para a qual sentia verdadeira vocação: o jornalismo. Creio que tive culpa. Quando ela quis, aos 16 anos, começar a ganhar o seu próprio dinheiro, encaminhei-a para o que havia mais à mão: recolher fichas dos jogos de futebol, ao fim de semana, na redação do semanário “Off...
Teresa, a minha tetracampeã
T
