Já contei aqui: tive um companheiro de trabalho, director de jornal, que um dia, e já lá vão muitos anos – me perguntou se eu sabia quem era o homem do SIS na minha redacção – ele tinha o informador identificado, e devidamente controlado, na sua. Fiquei de boca aberta, a fazer figura de parvo: não sabia, como nunca soube, nem quis saber. Certo é que segui o seu conselho e, a partir daí, nunca...
É preciso ser mesmo burro
É
