Temos, como se sabe, tendência para comer e calar. A relativa paz social dos últimos quatro anos de austeridade está aí para o confirmar. Nos hospitais, então, a dependência do acto médico – e por vezes a tolerância perante a delicadeza das situações, verdade se diga – leva essa passividade ao exagero. Mas, como tudo na vida, tem momentos em que não. Um amigo meu aguardava há quase duas horas –...
O trabalho é para se ir fazendo?
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