Não sou daqueles que fogem a enfrentar a realidade e se recusam a admitir que Portugal está melhor do que há quatro anos. Basta um facto que ninguém conseguiu refutar para reconhecer o milagre: em 2011, as reservas financeiras do Estado estavam no fim e Sócrates avançou para o resgate porque daí a dois ou três meses não haveria dinheiro para pagar salários e pensões. Pior seria impossível. E...
A destruição da nossa economia era inevitável?
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