Não é novo: a televisão é mortal. O mal é deixarmo-nos embalar pela exposição dos bons momentos, que são poucos e passam depressa, porque se o fizermos é certo que ficaremos nus na praça pública – a expressão nunca foi tão verdadeira – quando menos gostaríamos que nos vissem em desgraça. O ministro Pires de Lima peca pela mania da excentricidade. E foi meter-se, com aparato mediático, na guerra...
A patética nudez de Lima e Monteiro
A
