A rapariga, na ingenuidade dos 16 anos, foi assistir a uma sessão do Parlamento e sentiu-se chocada ao descobrir que havia deputados que estavam mais interessados nos vídeos de situações caricatas e nas fotos de “mulheres avantajadas”, por certo pouco vestidas, que viam nos seus computadores, do que nos trabalhos do plenário. A mãe da adolescente protestou, em carta à presidente da AR, e Marcelo...
Marcelo, o professor incómodo
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