Partiu mais um, o segundo em seis meses, dos sete maiores futebolistas de sempre, quase no mesmo dia em que nasceu uma oitava maravilha dos estádios. Depois de Eusébio, desapareceu Di Stéfano, aquele que foi para mim o maior e o mais completo jogador de todos os tempos, à frente até de Pelé, Maradona, Cruijff e do nosso “King” – tive o privilégio de ver atuar os cinco. Ao lado desse quinteto...
O “Clube dos 8” ainda tem apenas sete
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