A vontade de não ter filhos é tão respeitável como a de os ter, ambas pertencem ao domínio da liberdade individual. Mas não acredito que a decisão de não trazer ao Mundo uma criança – excepto se existirem impedimentos graves – se baseie apenas num capricho, numa alegada falta de vocação para ser mãe ou pai – se for esse o caso, haverá então talento para fazer bem feito o quê? O não porque não tem...
A mordedura da serpente
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