Se há coisa que um jornalista, que foi obrigado pelas circunstâncias a tocar vários instrumentos profissionais, não deve fazer é viajar demasiado pelo passado. Uns simples 20 anos atrás ousam revelar-nos prosas medonhas, em especial aquelas que somos capazes de jurar jamais ter escrito. Aconteceu-me isso agora, ao recuar à década de 90 para descobrir textos que assinei sobre Manuel Luís Goucha...
Ainda andamos por aí, Goucha
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