Por ínvios caminhos, os lóbis, com o de Jorge Mendes à cabeça, os interesses comerciais e a FIFA elegeram justamente Cristiano Ronaldo melhor jogador do Mundo. Foi a segunda vez que o sucessor de Eusébio – mais no génio futebolístico do que, para já, no coração dos portugueses – conquistou a Bola de Ouro, depois de quatro triunfos consecutivos de Messi, que também não deixavam adivinhar outra...
O ódio absurdo de Cristiano Ronaldo
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