Era um homem magoado e não vale a pena, na hora do seu desaparecimento físico, dourar a parte pior. Recordo situações várias, ao longo particularmente dos últimos anos, em que simples tentativas para lhe obter uma declaração esbarravam em frases do tipo há dinheiro para tudo, só para o Eusébio é que não. E não fosse a arte do seu amigo João Malheiro para o amaciar e o trabalho dos jornalistas...
Eusébio, o rei amargurado
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