Por estes dias, no regresso de breve visita a um país do primeiro Mundo, esbarrei na Portela com uma lamentável receção aos turistas que nos procuram: um único funcionário do SEF verificava tranquilamente os passaportes, indiferente à impaciência das vítimas que bocejavam na fila. Instintivamente, peguei no telemóvel e registei o triste quadro. Apesar de lento no seu trabalho, o homem apercebeu...
Selfies: a vaidade sem limites
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