Alexandre Pais

ArquivoNovembro 2013

A mais importante das coisas menos importantes da vida

A

Este é o talento dos grandes jogadores da história do futebol: fazerem aquilo de que outros não são capazes. A exibição de hoje do CR7 só é comparável, a nível da Seleção Nacional, com a que Eusébio rubricou frente à Coreia, no Mundial de 1966. Nos dois decisivos confrontos com a Suécia – decisivos para Portugal, para a Seleção, para a Nike e para ele, entre outros – Cristiano Ronaldo marcou...

Tempo de insultos

T

Quatro guardas da GNR meteram-se numa alhada: terão dirigido, no calor de protesto frente ao MAI, uns nomes feios ao ministro. Como se nunca tal se tivesse ouvido no quotidiano dos telejornais. O problema reside menos no que os militares disseram e mais no tempo de antena que os canais sempre dão aos desmandos, fiéis ao princípio de que quanto maior o desvario maior a curiosidade e maior a...

Sem angústia para o jantar

S

Começo por pedir desculpa aos leitores por ter renunciado à escolha do jogo de ontem da Seleção para tema desta crónica. Escrevo quase sempre focado na atualidade e não me debruçar aqui sobre um confronto importante para o nosso apuramento para o Mundial é algo que não me agrada. Acontece que redijo estas linhas a meio da tarde, antes do desafio da Luz, porque vou ver o Portugal-Suécia em casa de...

Quatro reclamações à DECO

Q

Duvido que a DECO me aceitasse as reclamações mas é pena então que não exista outra organização capaz de lhes dar o merecido andamento. Podia apresentar umas boas dezenas delas e só as limitações de espaço reduzem o leque às quatro que escolho para esta crónica. Ora vamos lá. 1. Na primeira linha da minha irritação encontro a continuação da revoltante política que o Estado Novo cultivou, ainda...

O Belenenses nasceu neste banco

O

Foi aqui, no jardim de Belém, em frente à estátua de D. Afonso de Albuquerque, que começou o meu clube. Não sei porquê faltava-me esta foto… Resolveu-se hoje.

Uma palavra para o Pedro Santos Guerreiro

U

Uma palavra para o @P_S_G. Quando deixei o Record, ainda não há quatro meses, o Pedro Santos Guerreiro escreveu uma crónica em que me elogiou de forma generosa e excessiva. Não posso, por isso, retribuir-lhe como gostaria a gentileza, embora não queira também, por simples dever de justiça, deixar passar em claro a notícia do novo ciclo da sua vida que se vai abrir. Acrescentarei, por isso, apenas...

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