Se a qualidade fosse sinónimo de quantidade, Mariza venderia mais discos do que Toni Carreira, ele que me desculpe a comparação, pois é bom, muito bom, naquilo que faz. Nos gloriosos tempos do Diário de Lisboa, em finais dos anos 60 e início da década de 70, aprendi a ver televisão com Mário Castrim, passei a desfrutar de melhor cinema através das opiniões de Lauro António, compreendi que havia...
Cristina Ferreira, a princesa da Malveira
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