Parte mais um nome mítico do jornalismo português e um profissional de uma espécie que já não se “fabrica”, pelo que, também nesta nossa área de atividade, a crise se instalou. Cruz dos Santos tinha uma particular admiração por Record e nunca se deixou envolver em querelas estéreis e rivalidades inúteis. Era, ainda por isso, um homem superior. Poderia ter sido, em 1986, diretor de Record, cargo...
Um grande jornalista e um homem a sério
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