Em dez jogos em casa para início da Liga dos Campeões, o Real Madrid obteve dez vitórias. E isso aconteceu tanto a jogar bem como a não dar uma para a caixa, como ontem – ou como sucede, vendo bem as coisas, desde a última época de José Mourinho, quando os barões do balneário merengue se dedicaram, com pleno êxito, mais à intriga do que ao futebol. A esse peso estatístico chama-se destino e...
Les petits Français
Compatriotas de Nicolas Chauvin, soldado condecorado por Napoleão pelo seu heroísmo e depois mais conhecido pela sua imensa vaidade, “les petits Français” deram à Seleção o empurrão que faltava, puxando pelo brio dos nossos futebolistas e adormecendo, em simultâneo, o ego sobredimensionado dos seus próprios jogadores – alguns bons, poucos geniais, todos a valer vento e milhões. Nojento. Esse...
Diários catalães salientam vitória portuguesa no Europeu… “sin” Cristiano Ronaldo
A rivalidade entre Real Madrid e Barcelona é levada muito a sério pelos diários desportivos espanhóis, que definem claramente as suas trincheiras: Marca e As são pró-merengues, Sport e Mundo Deportivo assumem-se, em qualquer circunstância, como acérrimos defensores do Barça. O insucesso de Messi na Copa América e a sua condenação judicial por fuga ao fisco, que deixaram o argentino fragilizado...
Diários catalães salientam vitória portuguesa no Europeu… "sin" Cristiano Ronaldo
A rivalidade entre Real Madrid e Barcelona é levada muito a sério pelos diários desportivos espanhóis, que definem claramente as suas trincheiras: Marca e As são pró-merengues, Sport e Mundo Deportivo assumem-se, em qualquer circunstância, como acérrimos defensores do Barça. O insucesso de Messi na Copa América e a sua condenação judicial por fuga ao fisco, que deixaram o argentino fragilizado...
Viva o chauvinismo francês!
Cristiano Ronaldo voltou a assombrar o mundo do futebol com o seu último feito: o golo à “Air Jordan” que marcou a Gales. De Espanha, garante-se que a contratação de André Gomes é uma prioridade do Real Madrid. Renato Sanches já é jogador do Bayern de Munique, Raphael Guerreiro do Borussia de Dortmund e Nani do Valencia. A época de Pepe e as suas exibições no Europeu confirmaram que é...
A jogar assim, da final não passamos
Começámos mal, ainda mais pessimistas do que estamos hoje, porque após o empate com a Islândia só ouvíamos, sobre o ombro, o porta-voz da nossa costela de velhos do Restelo: ná, a jogar assim, da fase de grupos não passamos… Lâmpada. Passámos, com mais dois empates e uma sorte dos diabos – e afortunadamente em terceiros do grupo – graças ao facto de Cristiano, vendo o País a arder e o...
Um jogador enorme e um pequeno homem
Escrevo esta crónica na manhã de sábado, antes do jogo que nos opôs à Croácia e sem saber, portanto, se na quinta-feira estaremos nos “quartos”. Faço-o porque indo referir-me a Cristiano Ronaldo não quero ver ampliado o tom crítico deste texto caso CR tenha voltado a ser o pior jogador do Mundo para certa gente, nem sentir-me tentado a poupá-lo por ele ter sido, para quase todos os portugueses, o...
Sou o que vem das Salésias ou o Guardiola caseiro que não gosta de velhos
Tremo antes de começar a perorar, estou como a Seleção, com a confiança abalada. Um remate de fora da área, que passa pelo buraco da agulha e entra na baliza, e depois mais dois golos quase iguais – de um jogador que só tem um pé – e ambos na sequência de ressaltos, são azares em excesso. Já eu não me queixo de falta de sorte, mas apenas de um remoque do “Guardiola” dos comentadores intestinos...
Quarta-feira é dia de eclipse
Não é coincidência, é uma maneira de ser: quando vemos um jogador da Seleção a disponibilizar-se para estar com os adeptos, dar autógrafos, fazer selfies e distribuir sorrisos, há para aí 90 por cento de probabilidades de que esse voluntário seja Pepe. Ontem, num dia que não terá sido propriamente feliz, lá estava ele, o brasileiro, disponível e solidário com a nossa gente, que tornou sua. Já foi...
A Seleção dos tarzões sem sorte
Agora que o insuspeito e mui conceituado diário “i” o considerou como o “Guardiola dos comentadores”, acompanho a teoria de Carlos Daniel – que ontem, na RTP, classificou de “anárquica” a tática da Seleção no jogo com os austríacos. Isso permite que este modesto Karadas da escrevinhadura futeboleira, que sou, se contenha ao ponto de não ter de jurar que não deu por tática alguma. Ou, como sei que...
