Alexandre Pais

CetegoriaGeral

Eliseu, o profeta

E

Pois é, enquanto o FC Porto, com o seu tão cantado superplantel tem de construir uma equipa – só cinco dos 14 jogadores que atuaram no Dragão contra o Boavista pertenciam ao grupo portista na época passada – o Benfica, com a sua suposta minicrise, resolveu o problema criado pelo Moreirense recorrendo aos pesos-pesados. Sendo verdade, não sei se os patrões tradicionais da turma encarnada teriam...

…E Paulo Bento saiu de pé

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A abrir, uma confissão: através de amigo comum, tornei-me amigo de Paulo Bento. Foi, aliás, das poucas amizades que fiz, fora dos jornais, ao longo do meu percurso. Por isso, sinto dificuldade em avaliar, sem paixão, o desempenho do ex-selecionador, seja como técnico, como comentador ou até como pessoa. Começo por gostar sempre e depois logo se vê. A conversa tranquila de ontem à noite, na RTP...

Humilhação laranja por acaso

H

As declarações dos reféns de um bandido devem ser entendidas de modo especial. A promessa de morte rápida por parte do torturador basta para que um homem diga o que não pensa e o que não quer. Nem é preciso exemplificar com os casos recentes das vítimas do extremismo islâmico. O próprio Xanana Gusmão, de cuja coragem ninguém duvida e que passou por sofrimentos inauditos nas montanhas de Timor e...

António Fagundes lançou a “Telenovelas” há 16 anos

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A frase é do filósofo francês Paul Valéry: “Agradar a si próprio é orgulho, agradar aos outros é vaidade”. Mas que mais pode fazer um actor do que trabalhar para agradar aos outros? O actor que lançou uma revista António Fagundes é um monstro dos palcos e da televisão, ponto. Escrever mais qualquer coisa sobre o seu trabalho e o seu talento seria um exercício inútil. A área onde o consenso é...

António Fagundes lançou a "Telenovelas" há 16 anos

A

A frase é do filósofo francês Paul Valéry: “Agradar a si próprio é orgulho, agradar aos outros é vaidade”. Mas que mais pode fazer um actor do que trabalhar para agradar aos outros? O actor que lançou uma revista António Fagundes é um monstro dos palcos e da televisão, ponto. Escrever mais qualquer coisa sobre o seu trabalho e o seu talento seria um exercício inútil. A área onde o consenso é...

Porque gosto tanto de Bruno de Carvalho

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No final do último Sporting-Belenenses, o presidente dos leões, Bruno de Carvalho, apareceu em campo mais ou menos zangado com toda a gente – o que é, aliás, próprio da sua maneira de ser – e também com o árbitro. Fiquei a pensar de que se queixaria ele, talvez da falta cometida sobre Nani, à entrada da área, e não assinalada, que o “Record”, e muito bem, puxou para foto da sua...

O próximo mártir

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Se disser a alguém que vai morrer, sem adiantar quando (sei lá eu!), tenho 100 por cento de hipóteses de acertar. Ideia estúpida, esta? Sem dúvida, mas igualmente tão burra, oportunista e espertalhona como as críticas absurdas que, durante quatro anos, certos abencerragens da aldeia futebolística fizeram a Paulo Bento, até “acertarem” na sua saída. Críticas envergonhadas e cínicas sempre que...

Dirigir publicações: um trabalho muito difícil – 2

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Referi aqui a semana passada a queda de três diretores de jornais diários, que associei à brutal descida das vendas que afecta esses títulos (JN, DN e Record), e sublinhei as dificuldades com que luta quem dirige publicações comercializadas em banca, numa época em que agoniza o hábito de adquirir informação em papel. Quero hoje apontar outros dois obstáculos que se erguem à liderança dos projetos...

A obsessão de António José Seguro

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António José Seguro disse que aguardou três meses para António Costa concordar com os debates entre ambos. Soubesse o candidato a candidato a primeiro-ministro o que sabe hoje e Seguro teria esperado sentado. Tanto no frente-a-frente da TVI, como no da SIC, o País viu Costa ao seu nível ou um pouco abaixo, e viu Seguro melhor do que era suposto ou até bastante acima. Ou seja, o confronto mostrou...

O dia em que José Alberto Carvalho se zangou comigo

O

Na luta contra o desaparecimento, o antigo semanário Tal&Qual alterou, entre 1996 e 2002, a sua linha editorial tradicional, de modo a seguir de perto, demasiado de perto, talvez, a vida das figuras da TV. Por altura da crise na SIC, em 2001, com a saída de Rangel, houve um pico desenfreado nesse caudal noticioso, com pessoas que assumiam maior protagonismo a serem bombos da festa. Na...

Alexandre Pais

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