Não chegou ao Natal. A expressão, que pertence desde que me lembro ao jargão do futebolês, atingiu, desta feita, o alvo improvável: José Mourinho. Mas ao contrário do que se julga, o treinador está na situação atual, a de despedido, porque foi tomado por um inesperado síndrome natalício e ficou com um coração de ouro. Em 2000, quando treinou o Benfica, depois em Leiria, e até em 2002, nos meses...
José Mourinho, um coração de ouro
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