Lá terminou o “Pequenos gigantes”, acabando também – por enquanto, pois espera-nos nova série do formato mexicano – a exploração da ingenuidade infantil que cria a ilusão da “fama” e do “sucesso”. O defeito será meu, mas não é bonito ver crianças a chorar, desanimadas e convencidas que são elas as culpadas de não terem seguido “em frente”, se calhar porque “não prestam”. Repetida a ideia de...
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