Agora que Passos e Portas recalibraram a abordagem à celerada redução na despesa da Segurança Social, jurando, um e outro, que não mais serão atingidas as pensões a pagamento – onde irão então buscar os 600 milhões de euros do seu compromisso com Bruxelas? – a intenção do PS de rejeitar os cortes perdeu fulgor. Embora todos saibamos o que valem as promessas eleitorais e a pressão a que o novo...
Corte de 15% nas pensões em pagamento até 2019
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