Quando a vida não nos corre de feição e os nervos ficam à flor da pele, acontecem cenas deploráveis como a que Jorge Jesus interpretou no passado sábado. Acontecem não, acontecem por vezes, muito de acordo com as circunstâncias e muitíssimo em função da capacidade de resistência à pressão, do equilíbrio emocional e da educação do freguês. É a velha e relha questão de às figuras públicas ser ou...
O chá que Villas-Boas deu a beber a Jesus
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