Há truques velhos como o Mundo. Nos anos 50, do século passado que ainda não houve outros, andava eu na escola em Canas de Senhorim e um inofensivo e simpático doente mental à solta pelas ruas, o Mário. A malandragem de então, uma minoria de desocupados que se entretinha nas tabernas, tinha o péssimo hábito de oferecer uns copos ao Mário, que bebia até cair de bêbado. A seguir, claro – e era isso...
Antena paranóica: o álcool que embala o berço
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