A recusa do protagonismo e as entrevistas RECORD – Por que aceitou fazer esta entrevista?AP – Porque o Nuno Farinha teve a ideia e vocês os cinco se puseram a perguntar… Mas também porque outras entrevistas que tínhamos programado, e que seriam seguramente mais interessantes, falharam quase em cima da hora. Não acredito no jornalista-protagonista, nunca vou à televisão, não...
Entrevista nos 60 anos de Record (Parte 3)
RECORD – Magriços em 1966, a geração dourada do Euro’2000 ou a Seleção de Scolari, em 2004? Qual a melhor?ALEXANDRE PAIS – Não podemos comparar equipas e jogadores que viveram em épocas diferentes e que tiveram treinamentos diferentes. Não sei se o José Travassos, que ainda vi jogar e que era enorme, seria uma estrela nos nossos dias. Como não sei se o Cristiano Ronaldo, sem um...
Entrevista nos 60 anos de Record (Parte 2)
RECORD – Como caracteriza a evolução do produto Record? Reconhece a existência de um período sensacionalista, outro da fase de profissionalização dos quadros e outro mais recente de procura de novos caminhos, nomeadamente de abertura a novas áreas de noticiabilidade, como sejam os temas generalistas?ALEXANDRE PAIS – Tenho alguma dificuldade em analisar as anteriores fases do Record...
Entrevista nos 60 anos de Record (Parte 1)
RECORD – Qual a primeira coisa que percebeu que tinha de fazer quando chegou ao Record?ALEXANDRE PAIS – Alterar os conceitos, concentrar a informação e arranjar espaço para fazer a diferença. Depois, tentar modificar mentalidades e intensificar a especialização, reduzir e agilizar os quadros, criar regras e começar a moralizar os salários. Ao mesmo tempo, fazer o trabalho óbvio:...
