Alexandre Pais

TagAntena paranoica

Bruno Lage acossado até pelo gato da vizinha

B

Uma das coisas que mais irrita os benfiquistas nesta perda de pontos sucessiva é o facto de verem que o FC Porto está a jogar pouco e que se vai esfumando a oportunidade de renovar o título – quando isso parecia ser uma tarefa facilitada. O curioso é que os adeptos portistas se sentem de idêntica maneira frustrados com a modéstia exibicional do seu onze, numa altura em que o rival consegue render...

Em defesa da polícia

E

Cedendo à vertigem social que varre os Estados Unidos, a Paramount pôs fim a 32 temporadas da série “Cops”, que nos permitia ver o modo como delinquentes de todas as raças disparavam sem hesitar sobre os agentes – também eles de várias origens. Outras séries do género são até mais duras, revelando rostos de mulheres e de homens fardados que não regressaram a casa para junto das famílias. É dessas...

E se o Big Brother lhes desse comida saudável?

E

A expulsão de Pedro Soá deu forte empurrão ao “Big Brother”, que no domingo ficou à frente de “Quem quer namorar com o agricultor?”, a pessegada da SIC que continua a ganhar nas somas dos duelos diários. Já aqui referi a melhor qualidade dos concorrentes do “reality show” da TVI em relação a edições anteriores, um fator redutor de audiências, pois alguma labreguice e algum desvario arrastam, como...

Nunca se bate num homem caído

N

Se tivesse de escolher o melhor momento de televisão da semana, optaria pela excelente entrevista de Vítor Gonçalves a Francisco Assis, na RTP3, que nos deu a conhecer, de novo, o pensamento político, sério e estruturado, de um intelectual brilhante, afastado da vida partidária pela hipocrisia dominante. Mas a queda de Pedro Soá, no “Big Brother”, da TVI, parece-me incontornável e não para me...

Cláudio Ramos: o falso culpado

C

Aproveitando as repetições sem fim à vista de “O preço certo”, SIC e TVI travam um duro combate no ante “prime time”, com vantagem – menor nos últimos dias – para a estação de Paço de Arcos. À noite, a vitória dos campónios armados em lavradores é ainda mais ligeira, quando não perdem, mesmo, para os desempregados em confinamento. Já o serão de domingo parece imune a surpresas: Cláudio Ramos, na...

A derrota das grelhas sagradas e não só

A

No último domingo, a CMTV bateu o recorde de audiência total, ao alcançar – segundo a GfK – 3,2 milhões de espectadores. Com um “share” médio no dia de 7,6%, soterrámos a concorrência – SIC Notícias, TVI24 e RTP3 obtiveram, juntas, 4,7%. Mas aquilo que surge como mais um degrau na escalada vitoriosa de sete anos, da estação deste jornal, merece uma nota que contrarie a mania portuguesa de tudo...

Pesadelo no quintal do “agricultor”

P

No tempo em que se ouviam expressões populares e saía barato um peixe seco – por isso conhecido por “fiel amigo” – uma das mais usadas era “para quem é, bacalhau basta”. Ou seja, para um pobre coitado, qualquer coisa serve. É o que se passa com a segunda série de “Quem quer namorar com o agricultor?”, cuja produção, bem inferior à primeira, recolhe ainda assim a preferência do público e sublinha...

Pesadelo no quintal do "agricultor"

P

No tempo em que se ouviam expressões populares e saía barato um peixe seco – por isso conhecido por “fiel amigo” – uma das mais usadas era “para quem é, bacalhau basta”. Ou seja, para um pobre coitado, qualquer coisa serve. É o que se passa com a segunda série de “Quem quer namorar com o agricultor?”, cuja produção, bem inferior à primeira, recolhe ainda assim a preferência do público e sublinha...

Lançar o “Big Brother” foi uma opção de risco

L

Fiquei com uma ligação particular ao “Big Brother” quando, há 20 anos, ganhei a aposta que fez renascer o já moribundo diário “24horas”, ao enviar para Barrancos, à procura da família do Zé Maria – e perante o cenho franzido do diretor – a repórter Filomena Araújo. A imediata subida de 50% das vendas salvou então o jornal. Vi, por isso, com apreensão a decisão de se lançar, nas atuais...

Lançar o "Big Brother" foi uma opção de risco

L

Fiquei com uma ligação particular ao “Big Brother” quando, há 20 anos, ganhei a aposta que fez renascer o já moribundo diário “24horas”, ao enviar para Barrancos, à procura da família do Zé Maria – e perante o cenho franzido do diretor – a repórter Filomena Araújo. A imediata subida de 50% das vendas salvou então o jornal. Vi, por isso, com apreensão a decisão de se lançar, nas atuais...

Alexandre Pais

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