Luís Pereira de Sousa integra as minhas memórias do Quelhas 2. Tenho bem presente o dia em que um colega dos serviços de Gravação da Emissora Nacional, que colaborava com o Rádio Clube de Moçambique, me explicou, no início da década de 70 – e com manifesta admiração – quem era o homem. Passei a acompanhar desde então a sua carreira e a desesperar-me, anos depois, com o demérito de programas que...
Crónicas da Sábado: perdeu-se uma estrela
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