Quando ouvi Pinto da Costa desvalorizar a Taça de Portugal, torci a orelha. Mestre na arte da dialética, ele nada mais pretendia do que alargar a convicção benfiquista da passagem à final até ao limite, com a finalidade de tornar esse otimismo ainda mais perigoso, enquanto Villas-Boas e os jogadores preparavam a ação em campo. Para ajudar à festa de ontem, a razoável primeira parte dos encarnados...
A noite do mestre e do ex-aluno (e as opções de 1.ª página)
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