Nos vencedores consistentes, a sobranceria arrepia. Mais arrepia, acrescida do ridículo, nos perdedores e, ainda mais, em vitórias esporádicas. Com os fracassos do presente, os líderes do Benfica não deixam o clube libertar-se dos anos 60. Faz parte do fatalismo português, o passado a driblar o presente. Nos últimos 30 anos, o palmarés do Benfica é medíocre. No ano passado, foi campeão e inchou...
Sobranceria encarnada, por Alberto do Rosário
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